A COMBINAÇÃO DE TALENTOS QUE PRODUZ EQUIPES DE EXCELÊNCIA

Em qualquer atividade profissional coletiva orientada para resultados, a performance de uma equipa de trabalho é, geralmente, associada à soma dos talentos individuais que a constituem e dão forma e identidade ao grupo.

Ainda que a reunião de talentos numa mesma equipa seja indicativa da elevada competência dos indivíduos que a compõem, a adição incoerente de capacidades num mesmo grupo pode também representar graves obstáculos ao desempenho coletivo, uma vez que as relações de funcionalidade se estruturam nos diferentes elementos que fundamentam a individualidade humana.

Muito para além da simples somatória de talentos semelhantes, a constituição e manutenção de uma equipa de excelência depende, fundamentalmente, da composição de competências múltiplas e diversificadas (técnicas, físicas, cognitivas, emocionais e comportamentais) que cada pessoa evidencia e coloca à disposição para que o grupo possa alcançar os resultados superiores esperados.

Quando os diferentes perfis profissionais se encontram alinhados com as necessidades da equipa e os objetivos organizacionais, cada membro passa a atuar em áreas onde possui maior competência, ampliando a eficiência e a qualidade das entregas. Esta complementaridade gera sinergia: o que falta a um profissional é compensado por outro, criando um fluxo de trabalho mais equilibrado, colaborativo e inteligente.

A coerência na combinação desses talentos também aumenta o engagement, uma vez que cada indivíduo se sente útil, valorizado e bem posicionado dentro do grupo. Como resultado, a equipa torna-se mais autónoma, motivada e adaptável, produzindo resultados sólidos, consistentes e alinhados com as exigências estratégicas da organização.

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